[./communiquepag.html]
[./geographiepag.html]
cabinda
Accueil Cabinda
Accuei Cabinda
nisi ut aliquip ex ea commodo consequat
Español
English
Français
Nederlands
Italiano
Deutsch
Lorem
Ipsum
Dolor
Sit
Amet
Copyright © 2006 tous droits reservés CABINDA PRESS NETWORK NEWS OTTAWA-TANAWA-TCHIOWA Webmaster Chantal Kadèle & Françis Spencer Journaliste la reproduction ou la distribution de ces articles sans l’accord express de cabindamonde.info est rigoureusement interdite.
[./echos_du_frontpag.html]
[./arec_actualitepag.html]
[./a_propos_de_nouspag.html]
[mailto:cabindamondial@yahoo.ca]
Mondial Express
[./editorialpag.html]
[./politique_internationalepag.html]
[./decret_officielpag.html]
[./le_gouvernementpag.html]
Vous êtes un visiteurs Anonyme! 6 autres en ligne...
Accueil Cabinda
A.RE.C.
[./index.htmlpag.html]
[./note_d_informationpag.html]
[mailto:cabindamondial@yahoo.ca]
[./actualitepag.html]
[./geopolitiquepag.html]
Le 1er Journal International des Cabindais du Monde O Primeiro Jornal Internacional dos Cabindêses do Mundo
CabindaMonde.Info
[./note_d_informationpag.html]
[./situation_militairepag.html]
[./forca_cabindapag.html]
[./cabinda_yitupag.html]
[./tchiowa_citypag.html]
[./l_analysepag.html]
[./la_chroniquepag.html]
[./president_nkoto_likandapag.html]
[./secretaire_informationpag.html]
CabindaMonde.info / Editorial 03/11/ 2008 23h’29
Consommée à la fatidique date du 02 novembre 1974 l'entreprise de l'occupation du territoire du Cabinda par l'axe des forces angolaises et internationales du mal et du crime, le monde assiste impavide à la consécration de la vérité du mensonge, de la victoire du mal sur le bien et de la force sur la raison sur le territoire du Cabinda. La paix armée et putréfiée, servie avec toutes injustices, sous le signe de l'intolérance politique et civique, dans un climat d'oppression et de répression politique, avec humiliation, tempérée avec la subjugation, avec des attaques de civils désarmé et de la déportation de réfugiés Cabindais des 2 Congo, va en réussir l'aliénation de quelque membre de l'intelligentsia du Cabinda et fait le délire et les délices du régime angolais lequel juge avoir le droit de privatiser et de captiver la volonté, sentir et l'envie du Peuple Cabindais. Les Romains disaient : là bas des perdants ! Notre profession de foi est résister sans jamais ne pas abandonner pour garantir la victoire de la Résistance Sacrée et Invincible du Peuple Cabindais de la vérité et de la justice contre la totale aliénation et crétinisation générale du Peuple Cabindais malgré des temps plus difficiles pour arriver, dangereusement extraits par l'aide criminelle de la Communauté internationale de l'occupation, la médiocrité dans la pratique des relations et des Droits internationaux et avec la difficulté chronique de l'Afrique coexister avec l'excellence de la démocratie complète qui estime le respect des droits humains et des Peuples. N'ayant pas une recette magique pour commencer à inverser l'état désastreux de la réalité sociopolitique et économique du Cabinda et de l'organisation et du projet de la lutte de libération de notre Patrie, la Nation et l'État du Cabinda, une chose est certaine : vaut la peine, et est précis et urgent de développer des efforts et des stratégies pour un changement dans la conceptualisation, une formulation, une pratique, une expérience et une organisation de la Résistance Cabindaise sans distordre les présuppositions et les principes idéologiques et/ou doctrinaux qui forment et caractérisent le projet indépendantiste. Pour cela plus maintenant il suffit à la simple volonté et la détermination des Cabindais conscients, braves et courageux pour éviter la dégénération du processus politique du Cabinda et promouvoir la régénération ou la renaissance politique. IL Faut quelque chose plus comme l'intelligence et sagesse….etc.etc… donc Cabinda doit être libre pour toujours des griffes de l'Angola opprimante… Croiser les bras et se conformer ou se résigner démissionner est le pire qui puisse nous arriver donc dans un long délai de la machine de l'occupation huilée aussi avec nos omissions et démissions, le Peuple Cabindais court de sérieux risques, dans de la structure et à long terme disparaître de la carte du monde par opposition à la dynamique de croissance d'Angola et meilleure des monarchies et les états arabes et autres avec égal, moindre ou supérieur potentiel économique que Cabinda. Il est lancé le défi. Dépassées la fièvre et les promesses du Mémorandum de des (accord) et de la non réconciliation avec Angola coloniale et colonialiste, du Forum Cabindais pour le Dialogue (que sans surprise a disparu de la carte électorale angolaise pour continuer à être mieux instrumentalisé à souhait, les élections, les fraudes angolaises au Cabinda soit dit en passant celles des (illusions) et les essais politiques et électoraux risqués et inconséquents de quelques secteurs du Cabinda qui ont décidé de livrer délibérément aux arguments diplomatiques et politiques à l'Angola à l'acceptation contre la volonté du Peuple Cabindais de s'auto affirmer comme angolais (une aberration et un contresens) en éclatant sans conviction dans le monocolore et le défavorable Parlement Angolais (qui n'honore ni ne dignifie pas les Cabindais et où ceux-là ne font pas défaut. Le Cabinda et les Cabindais manquent de, aussi simplement, se livrer à la complexe mission et la tâche DE RÉVEILLER LES CONSCIENCES POUR LA RÉALITÉ DE LA VUE Et reconstruire une alternative crédible et fort pour la Résistance Politique, Civique et Armée qui dispense les faibles et/ou fatigués infiltrés, les illuminés, les sectaires du sectarisme et les inutiles vendus qui polluent la lutte et la résistance du Peuple Cabindais. De Toujours Patriotiques et Résistants. Barros Mangga __________________________________________________________________ Version Portugaise Editorial Do Stephane Barros mang’ga: CABINDA : A INVASÃO, A OCUPAÇÃO E A COLONIZAÇÃO ANGOLANA ( Recordar Sempre a Ocupação e Resistir sem nunca Desistir) CABINDA NUNCA FOI, NÃO É E NÃO SERÁ ANGOLA Consumada na fatídica data de 02 de Novembro de 1974 a empreitada da ocupação do território de Cabinda pelo eixo das forças angolanas e internacionais do mal e do crime, o mundo assiste impávido à consagração da verdade da mentira, da vitória do mal sobre o bem e da força sobre a razão no território de Cabinda. A paz armada e podre, servida com todas injustiças, sob o signo da intolerância política e cívica, num clima de opressão e repressão política, com humilhação, temperada com a subjucação, com ataques de civis indefesos e deportação de refugiados de Cabinda dos Congos, vai conseguindo a alienação de alguma inteligentia de Cabinda e faz o delírio e as delícias do regime angolano que julga ter o direito de privatizar e cativar a vontade, o sentir e o querer do Povo de Cabinda. Os romanos diziam: ai dos vencidos! A nossa profissão de fé é resistir sem nunca desistir p garantir a vitória da Resistência Sagrada e Invicta do Povo de Cabinda da verdade e da justiça contra a total alienação e cretinização geral do Povo de Cabinda apesar dos tempos mais difíceis que estão p vir, perigosamente minados pelo apoio criminoso da Comunidade internacional a ocupação, a mediocridade na prática das relações e do s Direitos internacionais e com a dificuldade crónica de a Africa conviver com a excelência da democracia plena que pressupõe o respeito dos direitos humanos e dos Povos. Não havendo uma receita mágica p começar a inverter o estado calamitoso da realidade sócio-política e económica de Cabinda e da organização e do projecto da luta de libertação da nossa Pátria, Nação e Estado de Cabinda, uma coisa é certa: Vale a pena, e é preciso e urgente desenvolver esforços e estratégias p uma mudança na conceptualização, formulação, prática, vivência e organização da Resistência de Cabinda sem distorcer os pressupostos e princípios ideológicos e/ou doutrinários que enformam e caracterizam o projecto independentista. Para isso já não basta a simples vontade e determinação dos Cabindas conscientes, valentes e corajosos p evitar degeneração do processo político de Cabinda e promover a regeneração ou a renaissance politique. É preciso algo mais como inteligência e sabedoria….etc..etc… pois Cabinda deve ser livre p sempre das garras de Angola opressora … Cruzar os braços e se conformar ou se resignar é o pior que nos pode acontecer pois no longo prazo e perante sanha e a máquina da ocupação oleada também com as nossas omissões e demissões, o Povo de Cabinda corre sérios riscos de, na estrutura e no longo prazo desaparecer do mapa por oposição á dinâmica de crescimento de Angola e melhor das monarquias e estados árabes e outros com igual, menor ou superior potencial económico que Cabinda. Fica lançado odesafio. Ultrapassadas a febre e as promessas do Memoradndo do des (entendimento) e da não reconciliação com Angola colonial e colonialista, do Fórum Cabindês p o Diálogo ( que sem surpresa desapareceu do mapa eleitoral angolano p continuar a ser melhor instrumentalizado á souhait, as eleições, as fraudes angolanas em Cabinda soit dit en passant as des (ilusões) e os ensaios políticos e eleitorais arriscados e inconsequentes de alguns sectores de Cabinda que decidiram entregar deliberadamente argumentos diplomáticos e políticos a angola ao aceitar contra a vontade do Povo de Cabinda de se autoafirmar como angolano ( uma aberração e um contra-senso ) irrompendo sem convicção no monocolor e adverso Parlamento Angolano (que não honra nem dignifica os Cabindas e onde estes não fazem falta. Cabinda e os Cabindas carecem de, tão simplesmente, se entregar a complexa missão e tarefa DE DESPERTAR AS CONSCIÊNCIAS P A REALIDADE Á VISTA E reconstruir uma alternativa credível e forte p/ a Resistência Política,Cívica e Armada que dispense os fracos e/ ou cansados os infiltrados, os iluminados, os sectaristas e os inúteis vendidos que poluem a luta e a resitência do Povo de Cabinda. Até Sempre Patriotas e Resistentes.. Stephane Barros Mang’ga.
L’Editorial de Stéphane Barros Mang’ga: L’INVSION, L'OCCUPATION ET LA COLONISATION ANGOLAISE : S’EN SOUVENIR TOUJOURS DE L’OCCUPATION ET RESISTER SANS JAMAIS SE DESISTER Version Française Juliette Andrade Txiculu
[Web Creator] [LMSOFT]