CabindaMonde.info/Exclusivité 28.07.2010 17h59'
LETTRE DE DEMISSION COLLECTVE, CARTA DE DEMISSAO COLECTIVA, LETTER OF RESIGNATION!



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23.07.2010 00h37'
CABINDA: A MEMÓRIA CURTA E A AMNÉSIA DO MPLA E DE BENTO BEMBE. O QUE É QUE O PRESIDENTE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS FEZ DA OPORTUNIDADE DE DIÁLOGO DA HOLANDA EM 2004 QUANDO ANGOLA VOCIFERAVA POR TODOS CANTOS DA DIPLOMACIA E DA TERRA QUE PROCURAVA POR UM INTERLOCUTOR VÁLIDO PARA RESOLVER O CASO DE CABINDA. QUEM APOSTA NA OPÇÃO MILITAR É O MPLA E O SEU REGIME DE OCUPAÇÃO. A FLEC E O POVO DE CABINDA FAZEM UM EXERCÍCIO DE LEGÍTIMA DEFESA.
Bento Bembe que já devia se demitir, sair de cena ou morrer de vergonha, ao invés de estar a fazer o papel de papagaio que só tem a autoridade da sua ignorância e pouca vergonha para fazer só diversão e dar lições ao mpla de quem é interlocutor e parceiro para Cabinda.Bento Bembe devia falar do seu estatuto especial para Cabinda.
Diálogo-rendição-corrupto e submissão de Bento Bembe ou Diálogo- esclarecedor, credível e libertador ?
Em 2004 na reunião de Holanda, a flec, por unanimidade, e sob Nzita Tiago fez a opçao pelo diálogo sério e internacional e a angola terrorista e ocupante de Cabinda e o "terrorista" Bento Bembe sabotaram tudo. Bento Bembe réfen e amador apresentou - se isolado e sem mandato legal, mas como interlocutor, corrupto e conveniente, logo não válido. Este indivíduo é o último a falar sobre a paz que ele não trouxe para Cabinda e a falar sobre negociações que há pouco dizia não reconhecer. Pela parte da flec legalista e institucional ele, tal como Alexandre Tati e Estanislau Boma e Antoine Nzita continuarão a falar sozinhos e isolados enquanto novos instrumentos da ocupação de Cabinda e clones e clowns (palhaços) do mpla e do Futungo. O povo de cabinda não os conhece nem os reconhece. o mesmo é dizer :VADE RETRO SATANA.
O povo de Cabinda do interior e da diáspora unidos exigem a libertação incondicional do Padre Raúl Tati, do advogado e jurista Francisco Luemba, do activista e empresário Frelchior Lanso Tati e do Engenheiro Barnabé Paca Peso.
Quem foi que disse que angola enquanto agressor e potência ocupante de Cabinda declarou ou anunciou o fim da guerra e do conflito de ocupação e do petróleo em Cabinda? Em que instância internacional é que tal anúncio foi feito? No parlamento angolano? Na organização das nações unidas, na Comunidade dos países de língua Portuguesa ou na União Africana? Em Cabinda?
Na hora da verdade o sangue de Cabinda falará mais alto e viva a liberdade e a independência de Cabinda. Ponto final.
Onde que isto está escrito? Senão na imprensa e na propaganda falaciosa e enganadora da ocupação de Cabinda. O fiasco está á vista e garantido, nas novas negociações corruptas, secretas e sempre privadas, opacas e envergonhadas, não assumidas e sem convicção, sem credibilidade, sem objectividade, nem esclarecimento, e sem garantias internacionais e nem verdade e segurança jurídica, mas com troca de presentes envenenados e com golpes baixos e sujos militares á mistura não tem credibilidade nem segurança e nem garantem a tão desejada paz justa e definitiva apenas confirmam e reforçam a ocupação e a paz armada, sitiada e ocupada em Cabinda?
Depois da cenoura virá o bastão e o terrorista e impostor Bento Bembe com o seu memorando de entendimento falhado e estatuto especial ilusório e inexistente (do qual ele não tem coragem de falar) para contaminar tudo. Antoine, Alexandre Tati, Estanislau Boma meteram água, muita água mesmo e os pés pelas mãos.
Tudo o que se passa em Cabinda prova de facto que Cabinda não é Angola.
(BEMBO WALI, NSI WALI; DOIS POVOS, DUAS NAÇÕES)
Compete exclusivamente ao mpla e ao seu governo de Angola enquanto a parte agressora, invasora e potência estrangeira ocupante do território de Cabinda, decretar perante a comunidade internacional, á africa, Angola e Cabinda, fim da agressão militar, da guerra, e da ocupação do protectorado de Cabinda.
Se a luta armada contra enquanto recurso de legítima defesa não é viável em Cabinda, a ocupação também não deve ser viabilizada e o diálogo internacional deve começar sem mais tardar.
Nzita Tiago não é e nunca foi obstáculo á paz nem ao Dialogo sério. Isso foi reafirmado na Holanda, e desvirtuado pelo terrorista Bento Bembe o clown do mpla para Cabinda, e agora pelo Antoine Nzita, Alexandre Tati, Estanislau Boma, e Luis Veras, os novos clones que dizem continuar a lutar (ver declaração do presidente golpista demitido e arrependido Alexandre Tati) só se for com a ajuda do mpla. E, essa!!!!!Foi Alexande Tati quem afirmou na Tribune de Génève que a opção da luta armada já não é viável…A delegação da Flec em Lisboa apurou e confirmou que estas declarações foram abusiva e maliciosamente atribuídas por uma certa imprensa Portuguesa ao Presidente Nzita Tiago, o ainda Presidente da Flec.
Ainda que tivesse razão o problema de Cabinda é hoje um problema democrático, jurídco e de elementar justiça e não se resume no conflito militar, vertente que Angola enfatiza e que ainda por é o único apologista e impulsionador por incapacidade de diálogo com verdade: o mpla e a sua Angola devem se retirar de Cabinda.
A Flec Renovada que o mpla dissolveu em Chicamba com a cumplicidade de Bento Bembe, deve reaparecer, segundo a propaganda e a imprensa colonialista da ocupação para se juntar em Lisboa com a Flec do mpla e dos demitidos. Palhaçada! È de bradar aos seus. È o mpla no seu melhor. E a comunidade internacional a ver a Banda passar….´E essa a seriedade das negociações angolanas e do processo angolano para Cabinda:
O único obstáculo a paz, á liberdade, e ao fim da guerra em Cabinda, é Angola, o mpla e o seu governo e regime de ocupação, e colonização de Cabinda.
O povo de Cabinda, na sua esmagadora maioria, dispensa o memorando de entendimento e o seu estatuto especial, não vota, não também não, hostiliza Angola nem apoia o golpe de gabinete e a autonomia secreta de papel, de reformas antecipadas, de lentilhas e de feijões de Alexandre Tati e Antoine e Estanislau Boma, alicerçada ainda por cima na destituição violenta, indigna, ilegal, compulsiva, ilegítima de S. E. Nzita Henriques Tiago, de S.E, o ainda Presidente da Frente de libertação do estado de Cabinda por meia dúzia de elementos e arruaceiros (já exonerados de suas funções e bem, ficam bem com as patentes, reformas de luxo e novas funções que o mpla lhes deu….pelo "leais serviços" prestados) só para dar jeito a angola e ao mpla e aliviar a crescente pressão política necessária e indispensável sobre o regime de ocupação de Angola que ocupa e oprime Cabinda.
Alguém ouviu o governo de Angola declarar e efectivar o fim da guerra de agressão, ocupação e colonização de Cabinda (o Protectorado colonial, Português ainda por descolonizar? O problema de Cabinda não é militar. È eminentemente jurídico. O Combate no plano político e diplomático, interno e internacional pela liberdade de Cabinda deve continuar com ou sem conflito militar.
Alguns membros da sociedade civil de Cabinda que se diz e julgo ser credível e respeitável apesar de tudo, deve saber de que lado está na hora da verdade. Ou somos angolanos ou somos Cabindas. A coexistência pacífica só depois da independência de Cabinda. A Flec lealista, patriótica, combatente e resistente (por oposição da golpista e colaboracionista), o Nkoto –Likanda e o povo de Cabinda sabem claramente de que lado estão e sempre estiveram durante a colonização Portuguesa e a actual ocupação Angolana. E, nesse sentido não se enganam de combate nem trincheira. Estamos do lado certo da história e não esqueceremos a traição, a ocupação e colonização e a humilhação. Mas perdoaremos á condição:
Liberdade e independência para Cabinda.
Quem não tem cultura de diálogo (sério) e violenta Cabinda e os Cabindas é o mpla, o seu governo regime angolano de ocupação de Angola. e ainda a comunidade internacional que apoia e não condena a ocupação colonial de Cabinda, pela Angola colonialista.
O Conselho nacional do povo de Cabinda, Nkoto – Likanda, criado também pelo Alexandre Tati, como órgão supremo da Flec não destituiu o Presidente Nzita Tiago, só o faria caso isso fosse consentido, necessário e oportuno, a com violência, indignidade e contra a sua vontade, só para satisfazer apetites coloniais e pessoais desse punhado de incompetentes políticos, arruaceiros, chico - espertos á mpla, vulgares e trapaceiros) e perpetuar a ocupação, sob o nome de autonomia que foram propor á secreta angolana, depois de proporem um cessar- fogo, nas longínquas paragens de Kinshasa e Ponta Negra, sem o consentimento do Bureau político / Comissão política Permanente e do próprio Nkoto – Likanda, ambos órgãos colectivos do nosso nosso movimenteo de Libertação.a Frente de libertação do estado de Cabinda mas em clara subserviência financeira e material e contaminação moral, promiscuidade política e institucional de Antoine Mbemba Nzita o moço de recados e dos trabalhos sujos do Futungo na Flec enclave/estado e fac para Cabinda.
O Nkoto – Likanda apoia inequívoca e incondicionalmente um diálogo justo, transparente, internacional, e credível que assenta em direitos, princípios e valores e interesses, primeiro de Cabinda e obviamente de todos os estrangeiros inequivocamente descomprometidos com a violação dos direitos humanos e dos povos em Cabinda, em Angola e no mundo e claramente comprometidos com o fim da ocupação e com o direito de Cabinda á auto - determinação e independência
Angola, a comunidade internacional e Portugal entidades de bem que são e dizem ser, devem deixar de alimentar divisões no seio da flec e tomar definitivamente partido por Cabinda, e pela flec institucional e fazê – lo de boa –fé e em nome da verdade, da justiça e do esclarecimento enfrentar as consequências dos seus actos e das suas omissões em relação a Cabinda.
O Presidente da flec Nzita Tiago, que ainda faz história, é histórico sim mas vertical e frontal (ver entrevista na Voa) fez na Holanda, em 2004, a opção pelo diálogo sério, construtivo, credível, consequente e internacional e inclusivo. Essa opção não é o apanágio de Bento Bembe, nem do golpista e vergado Alexandre Tati.
De repente, eis que uma certa Flec, a colaboracionista, a de Alexandre Tati o auto – proclamado novo presidente da flec – fac – enclave - estado, descobriu que o mpla, que tudo fez e faz e com total descaramento, desprezo, malícia e impunidade para humilhar e enterrar Cabinda, se tornou no padrinho e sponsor da liberdade e da libertação de Cabinda e com ele toda ou quase toda a imprensa vergada que distorce , monta e desmonta as entrevistas de alguns dirigentes sérios do nosso movimento de libertação
Valha-nos Deus! O Mpla se tornou por milagre solidário com o povo que oprime via esta flec, e, começou a construir um homem novo e dirigentes novos para a flec e um povo novo e aliado dessa nova Flec, a de Alexandre Tati, Antoine Nzita e Estanislau Boma, p/ Cabinda. Esse povo dos idiotas inúteis (Cabinda barato) que acredita piamente na flec do mpla. O mpla, cuja nova Constituição p/ a sua república das bananas dictato - democrática e marxista-leninista e neo –liberal á outrance de Angola, não prevê uma autonomia para Cabinda, nem um referendo para o território gaba –se de fazer finca fé nas suas ideias e opções primitivas e primárias de continuar a ocupar e colonizar Cabinda á custa de muito suor, sangue, lágrimas e petróleo dos filhos de Cabinda, E isso desde 1975.
Querem nos fazer crer que o mpla descobriu, finalmente, qual São Paulo, o seu caminho de Damasco para Cabinda ou seja se arrependeu e fez/ ou acolheu a proposta de autonomia à (da) flec colaboracionista (que ainda se diz combatente e resistente!!! ) e que ainda por cimo negociou nos mesmos moldes que o memorando da treta e da paz armada de Bento Bembe e que não solucionou e nem podia solucionar nada em Cabinda.
Dizem que este novo processo secreto, ao mpla mais caro que o memorando de entendimento de Bento Bembe, a avaliar pelo número de veículos 4x4, apartamentos e vivendas …e malas ou pastas…e reformas principescas que fazem as delícias dos fantoches da Paris, Holanda, Bélgíca e Kinshasa que se dizem libertadores de Cabinda. E, porque desta vez, a ordem é para limpar tudo! Esse processo mal conseguido terá custos políticos maiores porque decalcado no mau exemplo do memorando de entendimento. Mas o povo firme e a flec responsável vai e já esta a travar esse golpe sujo que expõe o mpla e reforça a causa independentista e a consciência do nosso povo do seu direito á liberdade e independência.
Desta vez, o mpla pôs toda a carne a assar e apostou tudo. E, a rapaziada respondeu: Ave César! Assim mesmo, Cabinda barato, aqui está a massa e os carros, as moradias e as vivendas para venderem a resistência, o sacrifício dos, continuarem a luta pela ocupação ou seja contra, a vossa própria resistência, os vossos irmãos e o vosso povo seus direitos fundamentais. Dividir para reinar, o esquema de sempre. A explicação sobre as negociações só depois de entrarem todos no curral…como Bento Bembe e seus …..desgraçados…todos eles encostados e a fazer aquilo que só os vermes melhor sabem fazem …comer e só comer…melhor vegetar….e sorrir e aplaudir sem convicção nem vontade.
Mais, Alexandre Builo Tati e Estanislau Miguel MBoma e companhia que andavam a resistir heroicamente escondidos e soterrados em bunkers em Kinshasa da era Kabila, (à 700 Km) dos maquis (loin des yeux près du coeur), donde "dirigiam" a guerrilha (enquanto "alto comando" e "estado Maior", guerrilha essa que acabam de regatearam, entregar e vender ao mpla), agora, circulam que nem peixe na àgua ou seja livremente e a descoberto em Jeepes de luxo (fruto da alta traição) e, ostentando as conquistas do golpe e remotamente controlados e manipulados por Antoine Nzita Mbemba e a sempre inconsequente secreta angolana, prometem continuar a "lutar" ( não se percebe muito bem como) para libertar Cabinda, quiçá a si próprios, com o dinheiro do mpla e amigos externos. Pior, estão convencidos que o povo de Cabinda, os jovens de hoje, esclarecidos e cada vez mais exigentes, activos e informados, os acompanham nessa embrulhada anti – patriótica. É ridículo e patético. Enquanto isso ver para crer e Bento Bembe vai avisando que não reconhece as novas negociações entre o Governo de Angola e a Flec de Alexandre, Estanislau e da Antoine Nzita. Será que alguém o ouve? Esse triângulo amoroso de queridos inimigos (ménage á trois) promete. É a política do mpla que estamos com ele para Cabinda.
Pode um corrupto, colaboracionista, Cabinda barato e golpista e ….. libertar e dar esperança ao povo de Cabinda? querem chamar de idiotas a todos nós os filhos (esclarecidos) de Cabinda. Nem que tenha que ser este o último e mais feroz combate político a travar, travá-lo-emos com brio, coragem, dignidade, esperança e alguma elevação possível se não perdermos totalmente a paciência de aturar tanta mediocridade,
ingenuidade, indignidade e malícia política do mpla e de José Eduardo dos Santos. SENADOR BARROS
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Le FCD de Bento et ses Lieutenants en Eaux Troubles!
Selon le SIFL (Service d‘intelligence Cabindaise), Cette semaine sera bien agitée, puisque le staff du FCD qui s'est réuni Samedi à Luanda a décidé de convoquer une grande réunion au Cabinda pour traiter des questions relatives à la crise actuelle.
Malheureusement, deux personnalités importantes de la direction seront certainement absentes, José Tembo B. du Flec-fac modéré, leader et membre influent de ce courant, ainsi que DieuDonné Kibango très écouté dans le courant du FDC (Front démocratique Cabindais) courant septentrional qui lui aussi est actuellement de voyage vers le Portugal selon certaines sources bien renseignées.
Il n'est pas impossible que la sécurité angolaise soit derrière cette zizanie que traverse le FCD, car Bento Bembé quoi que l'on dise, est réputé téméraire et têtu, puisqu'il serait prêt selon même son neveu André Modal, à démissionner de son poste et faire démissionner tous les autres membres du FCD pour dénoncer la violation des accords de paix qu‘il avait signé avec la force occupante sous la houlette de Virgilio fontes Pereira, ainsi que la mauvaise foi du Gouvernement angolais, la sécurité angolaise sachant cela, peut bien manigancer les troubles actuels qui sévis au sein du FCD pour précipiter la chute de Bento Bembé et ses lieutenants.
Le manque de lucidité des Cabindais fait que les gens vont tomber aveuglement dans ce piège tendu par le pouvoir central.
Cette analyse du SIFL est partagée par certains cabindais lucides, et le colonel valter de SIM laisse entendre dans certains milieux que Bento Bembé doit tomber, selon le voeux du Général José Maria, qui trouve que la mission dont le gouvernement l’avait chargé n’a pas été à la hauteur espérée par le président Dos Santos.
Infos dernières du SIFL:le N° 2 du FCD de Mwana-Mwana Ti Tchio, prend le vol mardi 11h00 heure de Paname pour arriver mercredi à 4h55 du matin à PNR et le temps d'aller ce reposer quelques minutes dans sa villa à Ngoyo et l'après midi il reprendra son 4X4 pour rentrer à Tchiowa pour être présent finalement à la réunion du FCD de jeudi au Cabinda.
Nos sources confirment la présence de son nom sur le listing/manifeste du vol 707 de Royal air Maroc Paris Ponton la Belle.
Affaire de guerre de succession au FCD à suivre minutieusement.
Colonel Tegzara Kananga, SIFL
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Version Portugaise
o FCD de Bento e os seus Tenentes em Águas Turvas!
De acordo com o SIFL (Serviço de inteligência Cabindesa), Esta semana será bem agitada, dado que o Staff do FCD que se reuniu Sábado em Luanda decidiu convocar uma grande reunião em Cabinda para tratar das Questãos relativas à crise atual.
Infelizmente, duas personalidades importantes da direção serão certamente ausentes, José Tembo Bissafi. da Flec-fac moderada, líder e membro influente de esta corrente, bem como DieuDonné Kibango muito ouvido na corrente da FDC (Frente democrático Cabindês) corrente setentrional que também é atualmente de viagem para Portugal de acordo com certas fontes bem informadas.
Não é impossível que a segurança angolana seja de trás desta confusão que atravessa o FCD, porque Bento Bembé é considerado como audaz e teimoso, dado que estaria pronto de acordo com mesmo seu sobrinho André Modal, demitir do seu posto e fazer demitir todos os outros membros do FCD para denunciar a violação dos acordos de paz que tivesse assinado com a força ocupante sob o trapaceiro do Virgilio fontes Pereira (antigo de administração do território angolanoministro), bem como a má fé do Governo angolano, a segurança angolana que sabe aquilo, pode bem tramar as perturbações atuais que reinam no FCD para precipitar a queda de Bento Bembé e os seus tenentes.
A falta de lucidez dos Cabindas faz que as pessoas vão cair cegamente nesta armadilha esticada pelo poder central.
Esta análise do SIFL é compartilhada por certos cabindas lúcidos, e o coronel valter de SIM deixa entender em certos meios que Bento Bembé deve cair, de acordo com os desejos do General José Maria, que encontra que a missão da qual o governo tivesse-o encarregado não foi à altura esperada pelo presidente José Eduardo Dos Santos.
últimas informações do SIFL: o N° 2 do FCD de Mwana-Mwana Ti Tchio, toma o voo terça-feira 11 h00 hora de Paname para chegar quarta-feira às 4:55 de madrugada em PNR e o tempo de ir descansar cerca de minutos na sua casa de campo do Ngoyo e des tarde retomará o seu 4X4 para fazer a estrada até a cidade de Tchiowa-City para ser presente finalmente na reunião do FCD de quinta-feira em Cabinda.
As nossas fontes confirmam a presença do seu nome sobre a lista/manifesto do voo 707 de Marrocos, Royal Air Maroc , Paris- international Airport Agostinho neto/PNR.
Assunto de guerra de sucessão ao FCD do Bento e Comparsas a seguir completamente.
Colonel Tegzara Kananga, SIFL
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14.07.2010 00h07
O Choque das Exonerações |
Cabinda: A Resistência em águas Turvas!
Lisboa – Nzita Tiago estava longe de imaginar que celebraria o seu 83/o aniversário no meio de uma grave crise no interior da FLEC/FAC em África que afectaria os alicerces do «seu» movimento. A decisão de «reformar» o presidente da FLEC/FAC, Nzita Tiago, assinada pelo vice-presidente do movimento, Alexandre Tati, e do histórico Chefe de Estado-maior, Estanislau Boma, provocou uma crise sem precedentes na resistência cabindesa. Em Agosto de 2004, Helvoirt na Holanda, os dois principais movimentos armados da resistência cabindesa, FLEC/FAC e FLEC Renovada, lideradas por Nzita Tiago e António Bento Bembe, decidiram optar pela fusão como a derradeira solução para garantir a sobrevivência da resistência. A dissidência de Bento Bembe, 2006, juntamente com os seus acólitos da extinta FLEC Renovada provocou uma efémera crise no movimento que regressou ao estado de 2004 não abalando contudo a sua estrutura. Na realidade a fusão nunca existira de facto e apenas alguns representantes na Europa decidiram juntar sinergias diplomáticas obtendo parcos resultados, na realidade já viciados por uma acção paralela «secreta» da ala dos da «Renovada». O que poderia ter sido um «tsunami» na FLEC, com a dissidência de Bento Bembe, não passou de uma pequena tempestade tropical. O segredo da longevidade do movimento baseava-se nos seus alicerces em África, a guerrilha, que mantinha posições no interior do enclave. O braço armado da FLEC era assim reconhecido como a coluna vertebral do movimento e o sustento da legitimidade das representações na Europa que o padre João Baptista Ngimbi as definira como a «resistência de canapé» dada a sua inércia e dislexia comunicativa com os operacionais em África. A incomunicabilidade Europa/África abrira um fosso entre o grupo dos «representantes» e os militares, os quais já não aceitavam de bom grado que os elementos na Europa decidissem por aqueles que estavam na «mata». A cyber-guerrilha, arma favorita dos elementos da FLEC no exterior de África, assente na difusão maciça de comunicados, opiniões e declarações, frequentemente injuriosos e difamatórios, que danificaram fortemente a imagem da FLEC, justificou que as chefias militares da FLEC organizassem uma delegação que subitamente deslocou-se a França, onde residem os principais elementos da direcção, e constatar «in loco» a anárquica realidade. Após duas viagens capitais a França e uma longa hesitação, alimentadas por múltiplas reuniões em África, o número dois do movimento, Alexandre Tati, e o histórico chefe militar Estanislau Boma, decidiram, a revelia dos estatutos da FLEC, exonerar em bloco todos os representantes do movimento no exterior e «reformar» o intocável líder Nzita Tiago. A par com os dois responsáveis, aliaram-se os principais chefes militares da guerrilha. Energeticamente Nzita Tiago acusa os seus ex-fieis de «traição» e emite um comunicado a 30 de Junho onde destitui Alexandre Tati e Estanislau Boma além de Carlos Moisés, chefe da segurança, e Luis Veras, encarregado das missões da Presidência. Apesar de não serem citados, num e noutro documento, foram também afastados outros chefes militares históricos que se solidarizaram com o «vice», considerados como peças vitais no xadrez logístico da luta armada em Cabinda. Por prudência Nzita Tiago não nomeou substitutos para os postos vagos. Mas tudo indica que a experiência de um «vice-presidente» terminou com Alexandre Tati. Por outro lado a FLEC encontra dificuldades em escolher novos chefes para as regiões militares. Mauricio Lubota Sabata, comandante da Região Militar de Miconje e Chefe Adjunto da Frente Norte, que se manteve fiel a Nzita, declarou que ficou surpreendido com a decisão de «reformar» o presidente Nzita Henriques Tiago durante uma reunião que decorreu de 20 a 22 de Junho assim como a declaração do chefe do estado-maior, Estanislau Boma, na imprensa de 29 de Junho. Segundo Sabata, durante a reunião «muitos assuntos foram debatidos» mas já se sentia que «a notícia que pairava» tendo sido abordada também uma «eventual rendição que os combatentes negaram». Na mesma ocasião «muitos esclarecimentos deram sobre informações circulavam dos contactos entre os responsáveis do MPLA e da FLEC.» Fontes próximas da ala fiel a Nzita Tiago afirmam que «Angola deu muito dinheiro à direcção da FLEC para comprar a consciência do combatente» tendo circulado o rumor que cada combatente iria receber «cinco mil dólares por mês». Em Fevereiro, indicam as mesmas fontes, alguns guerrilheiros teriam sido aliciados com 500 dólares, com excepção dos combatentes da Região do Necuto que teriam recebido mil dólares cada. «Existe uma gravação numa cassete em posse do Vice Ministro da Segurança Nacional da FLEC», solidário com Tati, que supostamente é a prova das alegações sobre o aliciamento financeiros dos guerrilheiros. Independentemente das acusações, exonerações reciprocas, contactos e reuniões discretas, está em curso a mais grave cisão na FLEC das últimas duas décadas. Agravada pelos actores da ruptura que constituem os alicerces históricos armados do movimento. Aos 83 anos Nzita Tiago tem mais uma batalha pela frente. A manutenção da sua autoridade no movimento e uma reestruturação radical da hierarquia militar da FLEC que se encontra agora decapitada e desestruturada na sua base africana. Por outro lado, Tati e Boma, tentam reunir apoios para legitimar a sua incitativa mas principalmente de não serem acusados de porem em prática uma segunda versão do fiasco da estratégia de Bento Bembe apresentada aos guerrilheiros, pelos signatários da exoneração de Nzita, como uma «catástrofe diplomática» e «traição absoluta» à causa cabindesa. A FLEC, como marca, vai sobreviver à cisão, tal como sobreviveu desde 1963 ao seu repetido desmembramento em dezenas de FLEC’s. Todavia, a sua sobrevivência militar pode estar em causa, fruto dos revezes combativos, fraqueza da acção diplomática e da sua falência financeira. Mas, a sobrevivência doutrinal, assente no espírito nacionalista cabindês, anterior ao nascimento da FLEC, permanecerá e será o severo crítico das decisões que se tomam no presente. Depois de ver desfilar Tiburcio Luemba, Ranque Franque, Bento Bembe, Luanda aguarda pacientemente, mas não inocentemente, o epílogo da actual crise da FLEC. (c) PNN Portuguese News Network |
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10.07.2010 03h47'
Arrêt de la Rébellion Armée à Cabinda Déclarent Nzita Tiago et Alexandre Tati Builu et l'Angola dit Accepter le Dialogue par la Voix de son Employé Bento Bembé!
Le gouvernement de l'Angola se dit ouvert à des pourparlers avec le mouvement indépendantiste FLEC, dont les dirigeants en exil ont annoncé la fin de leur lutte armée pour le contrôle de l'enclave pétrolifère de Cabinda. Le chef du Front de libération de l'enclave de Cabinda (Flec), Henrique N'zita Tiago, a déclaré vendredi que le combat mené par son mouvement n'était plus viable et a proposé au gouvernement d'ouvrir des négociations à Lisbonne, la capitale portugaise.
Le Flec, en lutte depuis plus de trente ans pour l'indépendance de Cabinda, avait fait la "une" de la presse internationale en lançant le 8 janvier une attaque armée contre un autocar qui transportait l'équipe nationale de football du Togo durant la Coupe d'Afrique des nations en Angola.
"Si les dirigeants du Flec veulent discuter avec le gouvernement, nous y sommes ouverts", a déclaré à Reuters Antonio Bento Bembe, secrétaire d'Etat chargé des droits de l'homme et président du Forum cabindais pour le dialogue.
"Mais cela ne signifie pas que les responsables des récents attentats terroristes ne seront pas traduits en justice." Dans des interviews accordées séparément à l'agence portugaise Lusa, N'zita Tiago - qui passe pour vivre à Paris - et Alexandre Builo Tati, chef du groupe dissident Flec FAC, ont annoncé que leur guerre était terminée à Cabinda.
"Non, nous ne voulons plus de guerre à Cabinda. Le gouvernement portugais devrait conseiller au gouvernement angolais (...) d'engager un dialogue. Je souhaiterais que ces entretiens débutent à Lisbonne", a indiqué Tiago. Le gouvernement de Luanda avait qualifié le Flec d'organisation terroriste lorsqu'il a revendiqué l'embuscade de janvier, qui s'est soldée par la mort de deux membres de la délégation du Togo.
Les autorités angolaises avaient aussi lancé des mandats d'arrêt contre les dirigeants du Flec, dont beaucoup seraient en exil à Paris. Plusieurs personnalités de la société cabindaise, dont un professeur d'université, un militant des droits de l'homme et un prêtre, ont été arrêtés. Le Territoire du Cabinda est séparée du reste de l'Angola par une bande de terre de 65 km intégrée à la République démocratique du Congo (RDC).
Henrique Almeida, Philippe Bas-Rabérin pour le service français
N.B: Le FLEC dont il est ici question n'est autre que le FLEC-FAC, une des tendances dirigées par M. Nzita Henriques Tiago.
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06.07.2010 00h47'
Nzita Tiago Exonerado pelas Chefias Militares da Resistência !
O líder histórico da FLEC, Henriques Nzita Tiago, 84 anos, foi exonerado pelas chefias da resistência em África permanecendo apenas como conselheiro do movimento e podendoassim «usufruir de um repouso necessário».
Numa declaração do Alto Comando das Forças Armadas Cabindesas, ala armada da FLEC-FAC, assinado por Estanislau Miguel Boma a 29 de Junho, o movimento elevou Nzita Tiago ao «título honorário de Líder Histórico, Herói nacional e património do Povo de Cabinda» e informa que o reformou e disponibilizou.
No mesmo documento é anunciado que o então vice-presidente, Alexandre Tati Builo assume «todos os cargos da direcção da FLEC-FAC» e confirma Estanislau Miguel Boma como Chefe de Estado Maior da FLEC-FAC.
A FLEC-FAC decidiu também suspender o Governo Provisório de Cabinda, o Secretario Geral, Joel Batila Mbandu, assim como «todas as representações da FLEC-FAC na Europa».
A decisão das chefias militares da FLEC-FAC não foi uma surpresa. Em 2009 e 2010 uma delegação da resistência, composta por militares, deslocou-se à Europa onde constatara uma importante desorganização nas estruturas do movimento além de fortes divisões que prejudicavam a imagem da FLEC no exterior.
Por outro lado o balanço negativo das acções diplomáticas dos representantes na Europa, assim como as iniciativas marginais não comunicadas às chefias militares, teria justificado a exoneração colectiva dos representantes da resistência no exterior.
Pela primeira vez desde há 25 anos que todos os postos de direcção e presidência da FLEC passam a estar concentrados em Cabinda.
Nzita Tiago não Aceita passagem à Reforma como Líder da FLEC-FAC
Num comunicado hoje enviado ao PÚBLICO, em francês, por seu neto Jean-Claude Nzita, presidente da comunidade cabindesa na Suíça, o velho político deste movimento que quer ser independente de Angola, diz ter afastado Alexandre Tati Buílo, o chefe da segurança, Moisés Carlos Rotula, o “encarregado de missões na presidência”, José Luís Veras Luemba, e o chefe do Estado-Maior General,Estanislau Miguel Boma. Porque são todos traidores ao saldo do MPLA. Estas decisões, diz o comunicado do líder que este mês completa 84 anos, têm efeito a partir do dia de ontem.
Segundo este texto, os novos Vice-presidente, chefe do Estado-Maior e chefe da Segurança Nacional serão nomeados posteriormente. Mas os comandantes das diferentes regiões militares da guerrilha devem permanecer nos seus postos até nova ordem.
Ontem, o Alto Comando das Forças Armadas Cabindesas Unificadas (FACU) fez saber que decidira retirar a Nzita Henriques Tiago “todas as responsabilidade políticas no seio da FLEC”, o movimento criado em 1963 para lutar pela autodeterminação do território.
Este foi mais um episódio da agitada história do movimento, que não aceita o estatuto de Cabinda como simples província de Angola.
O mesmo órgão supremo militar da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) designou o vice-presidente Alexandre Tati Builo “para assumir todos os cargos da direcção” do grupo independentista. E adiantou que Nzita Henriques Tiago ficaria com o título honorário de “Líder Histórico, Herói Nacional e Património do Povo de Cabinda”.
O comando militar afirmava que, mesmo na reforma, Tiago permaneceria “o grande timoneiro e conselheiro da FLEC”, o que pelos vistos ele não achou suficiente, a acreditar no texto hoje distribuído por seu neto.
Ao longo dos anos, a FLEC tem-se dividido periodicamente em diferentes facções, que ocasionalmente se reagrupam, para depois se cindirem em outros grupos ou tendências, numa agitação permanente.
Em Janeiro, elementos afectos a uma das alas do movimento independentista de Cabinda a FLEC/PM (Forças de Libertação do Estado de Cabinda/Posição Militar) atacaram os militares angolanos que acompanhava autocarro da selecção togolesa que ia participar em Cabinda no campeonato africano de futebol. Morreram então duas pessoas, pelo que a equipa do Togo acabou por se retirar da competição.
Fontes: Jornal Digital e Público, Julho de 2010
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01.07.2010 19h"37'
BENTO BEMBE DESCONHECE NEGOCIAÇÕES ENTRE LUANDA E ELEMENTOS DA FLEC, MAS ELOGIA "AFASTAMENTO" DE NZITA TIAGO!
O secretário de Estado para os Direitos Humanos de Angola, António Bento Bembe, e disse hoje que desconhece quaisquer negociações entre Luanda e elementos da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC).
Bento Bembe, que é também presidente do Fórum Cabindês para o Diálogo (FCD), afirmou, no entanto, que a confirmarem-se essas negociações, bem como o afastamento do líder histórico da FLEC, N’zita Tiago, “serão boas notícias” porque “só o diálogo e a paz permitem o desenvolvimento”. O governante angolano, que tem responsabilidades no processo de pacificação de Cabinda, adiantou ainda à Lusa que a confirmação do afastamento de N’zita Tiago “confirmará também” que o seu posicionamento estava historicamente certo quando na década de 1990 apostou no diálogo
com o Governo de Luanda para resolver os problemas da colónia. “Estes dados novos provam que a minha visão, futurista na época, estava certa e é com satisfação que vejo agora os meus irmãos a juntarem os seus esforços para este caminho de paz”, disse Bento Bembe.
A afastamento de N’zita Tiago foi anunciado pelo comando militar da Frente de Libertação do Estado de Cabinda em comunicado e a informação de que elementos da FLEC, como Estanislau Boma, Luís Luemba Veras e Alexandre Tati, que é vice-presidente, estiveram recentemente a negociar com Luanda foi avançada pelo próprio líder afastado, que os classifica de “traidores”.
O comunicado, com data de 29 de Junho, é assinado pelo tenente-general Estanislau Miguel Boma, divulga uma declaração do auto denominado Alto Comando das Forças Armadas Cabindesas Unificadas (FACU), em que anuncia a “reforma” e garante disponibilizar os meios necessários para que N’zita Tiago “usufrua de um repouso necessário”.
Embora reconheça a N’zita Tiago a qualidade de “Líder Histórico, Herói Nacional e Património do Povo de Cabinda”, com “direito legítimo a uma reforma política merecida e condigna”, o Alto Comando da FACU decide afastá-lo da liderança da FLEC. N’zita Tiago, que reside em Paris, disse: “Estão demitidos das suas funções. São traidores”.
“Estiveram todos em Luanda há 15 dias. É o tenente-general Boma, é o Luís Luemba Veras, Alexandre Tati, que é vice-presidente. São traidores e foram para lá. O povo já não os quer”, acrescentou.
Osvaldo Franque Buela, director de gabinete de N’zita Tiago, manifestou-se partidário da “reforma antecipada” do líder “para permitir uma nova direcção, que possa assumir realmente o desafio da paz em Cabinda”. “Nós não podemos separar da realidade dos militares. O presidente N’zita deve deixar de estar como um obstáculo na busca de uma solução de paz claramente definida”, defendeu.
Perante este cenário, António Bento Bembe acrescentou que “as circunstâncias provam que o mais velho (N’zita Tiago) está ultrapassado pela história” e que “os que até aqui estiveram com ele, finalmente, compreenderam que ele estava errado”. Mas Bento Bembe fez questão de frisar que desconhece quaisquer negociações entre o Governo de Luanda e os elementos da FLEC a quem N’zita Tiago acusou de traidores.NL
