Cabindamonde.info / Actualité 27.07.2010 00h35'
Em Cabinda é execrável o calvário dos activistas de direitos humanos!
Aqueles que se exasperam contra tudo aquilo que constitui atropelo à dignidade humana – a violência e os fascismos - são indivíduos a abater
Sem falarmos na crise das instituições políticas e jurídicas, que invade toda a Angola, não é dificil advinhar que o que se passa em Cabinda, terra com Estatuto Especial, é uma doença crónica. Se repararmos nos acontecimentos destes últimos sete meses, desde o ataque de triste memória contra a equipa do Togo, verificamos que o insólito das instituiçoes políticas e jurídicas se abateu de forma aberta sobre Cabinda.
É factual e com alguma infelicidade se verificam de forma sistemática e sem justificação cabal as perseguições republicanas movidas contra os activistas dos Direitos Humanos aqui e acolá em todo o território de Cabinda quando se refira a espíritos irreverentes, reformadores, que não param de criticar, de imprimir uma nota constantemente progressiva às teorias/acções do Governo.
Estas contra sete activistas sob detenção são eventualmente outras de tantas perseguições do direito de opinião e de se informar, que assumiram proporções de um verdadeiro flagelo. Do ponto de vista jurídico, está claro que o "crime de outros actos contra a segurança de Estado" que lhes é imputado não procede. Simplesmente, os activistas detidos não acreditam no actual figurino sócio-político de assassinatos, detenções arbitrárias, de violência, porque acreditam na Justiça e na Paz; e intoxicam a opinião pública nacional e internacional, porque dão a conhecer ao Mundo o que se passa em Cabinda. O ataque contra a equipa de futebol togolesa foi apenas pretexto.
Assim sucede neste caso: aqueles que se exasperam contra tudo aquilo que constitui atropelo à dignidade humana – a violência e os fascismos - são indivíduos a abater. Portanto, não são nunca aqueles que estão por detrás do actual figurino sócio-político de anarquia de ideias e de interdições, de compadrios e outras conivências, de cleptocracia e de corrupção, de detenções arbitrárias e de perseguições republicanas, de assassinatos e de violações, de miséria e de crime.
Paradoxalmente e por fortuna, começa já a ser arcaica acusação do "crime de outros actos contra a segurança de Estado". Agora também se pode constatar que os acusadores deste crime de modo descarado, não foram igualmente descarados em trazer uma só testemunha para provar que eles estivessem envolvidos em acções terroristas.
Cresce, em troca, o número de bodes expiatórios: Oliveira da Silva António de Almeida e Joao Gime Luemba, que tanto serviram a causa da classe política dominante, foram conduzidos à guihotina, mesmo quando se levanta a hipótese de que o regime não vai sacrificar os seus.
Aliás, as palavras do Procurador Provincial de Cabinda, Dr António Nito, no dia 22 de Julho de 2010, durante a audiência de instrução e julgamento inicial de Oliveira, parecem confirmar esta hipótese de Apologia do Director Adjunto da DPIC-Cabinda: "Oliveira retractou-se, não há mais razões para ser julgado, portanto deve ser absolvido".
Observe-se que, neste processo dos sete activistas dos direitos humanos, uma das acusações mais tristes que se pode fazer contra a maioria das práticas políticas do regime – a cultura da classe política dominante – é a de que recompensam a hostilidade e o conflito, e penalizam, inclusive, a boa vontade.
Assim sendo, infeccionam a sociedade nas suas raízes, com o vírus da imaturidade adulta: a do poder exercido à revelia do conhecimento da razão jurídica e da dignidade de todo um povo.
Mas enquanto não houver política que instaure uma verdadeira justiça para Cabinda, não se pode pôr fim ao conflito ainda reinante, pois a actual gestão da especificidade de Cabinda terá sempre o mesmo valor semântico que "alienação", "colonização". Está claro, um figurino sócio-político herdado de uma descolonização desastrosa.
Isto aparece claramente que, enquanto perdurar esta condição, ˝o filho da terra˝ de Cabinda vai sempre "afirmar Cabinda ser colónia angolana", se é que os tratados de protectorado – Chinfuma (1883), Chicamba (1884) e Simulambuco (1885) - ainda continuarão a ter validade, e, por conseguinte, não deixará de acreditar que é possível agir, em vista a ser de facto aquilo que é em projecto. Daqui a necessidade para Angola de curar o erro visual da falsa normalidade proposta aos olhos do mundo por esses 35 anos dos Acordos de Alvor.
Não queria terminar, sem alertar a opinião pública, que a actual violência em Cabinda vai produzir consequências graves e psicológicas para a humanidade, porque o que está em causa é a questão da justiça para todo um povo. Enfastiado de negócios com Angola, a governação mundial dos nossos tempos tem fracassado nas grandes dimensões vitais do direito do povo de Cabinda. Não! A humanidade não é assim, ela é, e será sempre esta afirmação do homem em face daquilo que lhe nega, lembrando, que o Direito Internacional também é para todos os povos.
Por José Marcos Mavungo, Activista dos Direitos Humanos
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23.07.2010 04h08
Sentença dos quatro ativistas de Cabinda será conhecida a 3 de agosto
A leitura da sentença dos quatro ativistas de Cabinda, detidos desde janeiro passado, ficou marcada para o próximo dia 03 de agosto, na última sessão do julgamento realizada esta terça feira.
No passado dia 12, teve início, no territorio de Cabinda, o julgamento do economista Belchior Tati, do engenheiro Barnabé Paca Peso, do advogado Francisco Luemba e do padre Raul Tati, acusados do crime contra a segurança de Estado.
A sessão de terça feira foi dedicada à discussão dos questoes do julgamento apresentados pelo juiz e os advogados de defesa, num total de 101 questões, com destaque para a pergunta sobre a existência ou não de elementos de prova que levem o juiz a decidir se há ou não crime.
De acordo com um documento produzido pelo ativista cívico de Cabinda, José Marcos Mavungo, que acompanha desde o início o processo, foi novamente levantada a questão da detenção do declarante e polícia de investigação, Oliveira da Silva, solicitada pela defesa e deferida pelo tribunal, porque este continua ainda em liberdade.
A defesa requereu ao tribunal a instauração de um processo-crime contra Oliveira da Silva, polícia de investigação criminal, acusando-o do crime de "falsas declarações".
Entretanto, em comunicado enviado à imprensas, em nome da direção da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), Alexandre Builo Tati, manifestou a "tristeza e consternação" que lhe suscita a detenção e julgamento dos ativistas cabindas.
"Como pode ser isto possível, considerar criminosos pessoas que, desde 1991, se empenham e desempenham em influenciar o governo angolano e a FLEC na busca de uma solução por via do diálogo como a única saída possível sobre a questão de Cabinda", questiona-se aquele dirigente.
Considerando que os arguidos são "simples representantes de opinião e defensores de ideais", a FLEC dirige-se ao "Ministério Público do Governo angolano", e frisa que "a soltura destes irmãos até aqui presos poderá contribuir sobremaneira para a credibilidade do processo de pacificação que se pretende entre angolanos e cabindeses".
O último dia de julgamento, aberto ao público, ficou marcado pela presença de várias pessoas, segundo José Mavungo, entre elas sacerdotes e religiosas.
Os réus fazem parte de um grupo de oito pessoas detidas desde janeiro passado na "província" de Cabinda, onde ocorreu um ataque armado contra a seleção de futebol do Togo, na sua deslocação ao enclave para a disputa do Campeonato Africano de Futebol (CAN2010).
No referido ataque houve o registo de duas mortes, tendo as autoridades angolanas desencadeado uma série de detenções no enclave de Cabinda.
Na sessão de julgamento, os quatro arguidos negaram qualquer tipo de envolvimento neste ataque, de que são acusados de serem os autores morais.
Do grupo de pessoas detidas por alegada participação neste crime foi já condenado a três anos de cadeia o ativista de direitos humanos e antigo funcionário da Cabinda Golf, André Zeferino Puati, pelo crime contra a segurança de Estado.
Desde janeiro estão também detidos o economista António Panzo e o ex-polícia, José Benjamin Fuca.
Comunicado da FLEC/FAC: Assina; Alexandre Builo-Tati
LA SENTENCE DU TRIBUNAL CONTRE LES 4 ACTIVISTES DE DROITS DE L'HOMME C'EST POUR LE 3 AOUT!
La sentence des quatre activistes des droits de l'homme du Cabinda, détenus depuis le mois de Janvier dernier, a été programmée pour le 03 août, à la dernière session du procès tenu ce mardi.
le12 juillet dernier, avait commencé dans le territoire du Cabinda, le procès de l'économiste Belchior Tati, l'ingénieur Barnabé Paca Peso, l’avocat Luemba Francisco et le père Raul Tati, accusés de crimes contre la sûreté de l'État angolais.
La séance de mardi a été consacrée aux discussions des questions du jugement présentées par le juge et les avocats de la défense, sur un total de 101 questions, en en première la question de savoir s'il existe des preuves qui permettent au tribunal de décider s'il y a crime ou non.
Selon un document produit par l'activiste civique du Cabinda, José Marcos Mavungo, qui accompagne depuis le début, il a été de nouveau soulevé la question de la détention pour fausse information de l'agent de police d'investigation, Oliveira da Silva, sollicité par la défense et déferré au tribunal, pourquoi il est toujours en liberté.
La défense a demandé au tribunal d'établir une procédure pénale contre Oliveira da Silva, policier d’investigation judiciaire, l'accusant de crime pour «fausses déclarations». Ente Temps, dans un communiqué adressé à la presse, au nom de la direction du Front de Libération de l'État du Cabinda (FLEC-FAC), Alexandre Tati Builo, a exprimé la "tristesse et regret" pour l'arrestation et la poursuite des activistes Cabindais.
"Comment cela peut-il être possible, de considérer comme des criminels des personnes qui, depuis 1991, s'efforcent d'influencer le gouvernement angolais et le FLEC dans la recherche d'une solution par le dialogue comme la seule issue possible sur la question du Cabinda", se demande ce dirigeant sur cette décision.
Considérant que les défendeurs des droits de l'homme ne sont que des "représentants simple d'opinion et les défenseurs des idéaux», le FLEC s'adresse au ministère publique "du gouvernement angolais," et souligne que "la libération de ces frères jusque-là détenus ne peut que contribuer grandement à la crédibilité du processus de paix qui veut se mettre en place entre l'Angola et le Cabinda.
Le dernier jour du procès, ouvert au public, a été marqué par la présence de plusieurs personnes, selon José Mavungo, y compris les prêtres et les religieuses. Les accusés font partie d'un groupe de huit personnes arrêtées depuis le mois de Janvier, dans la « province » du Cabinda, où une attaque armée contre l'équipe nationale de football du Togo dans l'enclave allant disputer la Coupe d'Afrique de Football (CAN2010).
Dans cette attaque qui a provoquée deux morts, les autorités angolaises ont déclenchée une série d'arrestations dans l'enclave du Cabinda. Lors de la séance du procès, les quatre accusés ont nié toute implication dans cette attaque, dont ils sont accusés d'être les auteurs moraux. Dans le groupe de personnes détenues pour leur implication présumée dans ce crime, a été déjà condamné à trois ans de prison le militant des droits humains et ancien fonctionnaire de Cabinda Gulf , André Zeferino Puati, pour crime contre la sûreté de l'État. Depuis Janvier sont également détenus l'économiste Antonio Panzo et l’ancien policier, José Benjamin Fuca.
Communiqué du FLEC-Fac: Signé; Alexandre Builo Tati
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19.07.2010 00h08'
EVENEMENT : Le 1er Août 2010 LE GOUVERNEMENT CABINDAIS EN EXIL ORGANISE LA COMMEMORATION DU 35ème Anniversaire de la proclamation de l’Indépendance du Cabinda.
Pour la première fois dans l’histoire du Cabinda, les ressortissants du Protectorat Portugais du Cabinda, vont commémorer le 1er Aout 2010, la date d’anniversaire de la proclamation il y a 35 ans de l’indépendance de l’Etat Libre du Cabinda à Kampala en Ouganda c’était le 1er Aout 1975, soit 3 mois et 10 jours avant l’indépendance de l’Angola (pays qui l’occupe illégalement jusqu’à ce jour) survenue dans la douleur le 11 novembre 1975, sans même que l’Ancien colonisateur puisse avoir écrit dans le livre d’or la reconnaissance de ce pays à la souveraineté come cela l’avait été pour d’autres pays africains libérés de l’esclavagisme.
En effet du haut de la tribune du XIIème sommet des chefs d’états et de gouvernements, le Président Cabindais Fondateur du FLEC de 1963 Luis de Gonzague Ranque Franque contre tous vents et marées du Sabotage de l’axe rouge des communistes conduit par l'impudent Président congolais Marien Ngouabi et Compagnies, proclama haut et fort l’indépendance totale du Cabinda.
Et cela malgré la présence d’un grand nombre de dirigeants Marxistes Léninistes à ce sommet et du grand Sabotage imminent de cette indépendance par les communistes africains en majorité à la tête des états nouvellement indépendants avec l’aide de Moscou et Cuba, 5 grands états souverains ont tous unanimement reconnu le droit à l’autodétermination du Peuple Cabindais et à son aspiration à la reconnaissance internationale.
C’est ainsi que les pays suivant :
Le Togo, Le Gabon, La République Centrafricaine, l’Ouganda et la R.D.Congo (ex-Zaïre)
Ont tous reconnus leur congénère et homologue ; la République du Cabinda !
Et 35 ans plus tard, à l’unissons les originaires du Cabinda leur disent encore aujourd'hui Merci, Infiniment Merci pour leur grandiose et brave geste.
Car Justement c’est sur cette base légitime que tous ceux qui se reconnaissent dans cette entité, et se réclament comme cabindais, aussi bien ceux du territoire national occupé illégalement par l’Angola depuis 1975 que ceux de la diaspora éparpillés par la force des choses de par le monde, puisent la Force de leur combat et le plein droit de créer ou de faire parti d’un Gouvernement (provisoire) en exil, hors du territoire annexé par la force occupante.
Alors aucun être humain jouissant de toutes ses facultés mentales et de surcroit Cabindais de père, de père ou de naissance dans cette terre à cheval sur l’équateur en plein Afrique centrale, véritable perle de l’océan atlantique ne peut parler de dissoudre un Gouvernement Cabindais où de révoquer qui que cela soit.
Sinon d’être un androïde pantin à la solde des forces obscures téléguidant son psychique !
Le terme de Gouvernement Cabindais (en exil ou Provisoire) a toujours incommodé les autorités marxistes léninistes angolais du MPLA, dans leur machiavélique plan politique d’extermination, d’annexion, et génocidaire d’épuration ethnique du Peuple Cabindais !
Les Cabindais parleront toujours de leur pays, de leur identité culturelle de l’homme Bantou, dont la belle langue le IBINDA (caractérise la spécificité linguistique de ce Peuple dont on veut priver le droit de la terre), véhicule la pensée ancestrale des anciens « Bakulu » qui est totalement différente de toutes les pensées négatives des barbares Boschimans, Kwachans etc. venus des savanes lointaines australes pour nous assujettir en plein Afrique Centrale et en terre KONGO dia Ngunga!
Telle l’expression de Frantz Fanon, ces esclavagistes Angolais (puisqu’il faut bien les nommer) ils seront les DAMNES DE LA TERRE Cabindaise ! Et Les spiritismes entités « LI Kumbi Li PAN », « Ngoma Lugundu –Tambour qui gronde» les feront voir de toutes les couleurs : Bleu ; Jaune et Rouge, et les envahisseurs seront perdus dans un véritable cul de sac verdi (Mayombe) et ils ne reverront point la terre d’où ils sont originaires, mais avant leur mort ils apercevront tel qu’un mirage une étoile blanche à 5 branches qui symbolise les 5 régions militaires du Cabinda qui flotte(ra) bien illustrés sur le drapeau du Cabinda avec les couleurs connues actuelles et brandi par Les Guérilleros (Vencer, Sametonne, Mvumbi Monyo, Bikula etc.) qui leur auraient fait voir de toutes les couleurs avant leur départ au-delà de l’eau de là.
Et pour conclure, toujours sur une citation de Frantz Fanon, repris souvent dans les allocutions du Feu Président Maréchal Mobutu : Si La Cartographie de l’Afrique à la forme d’un révolver, dont la gâchette se trouve non pas au Congo/Zaïre ce qui est totalement faux, Mais plutôt la vraie gâchette se trouve à Yema dans le territoire du protectorat portugais du Cabinda!
Ceci dit, sans trêve à luta Continua et que vive le peuple Cabindais!
Rodrigues MINGAS
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Version Portugaise Juliette Andrade Txiculu
ACONTECIMENTO: O 1° de Agosto de 2010 o GOVERNO CABINDÊS no EXÍLIO ORGANIZA a COMEMORAÇÃO do 35° Aniversário da proclamação da Independência de Cabinda.
Para a primeira vez na história de Cabinda, os cidadãos do Protectorado Português de Cabinda, vão comemorar o 1° de Agosto de 2010, a data de aniversário da proclamação há 35 anos da independência do Estado Livre de Cabinda no Kampala na Republica do Uganda era o 1° de Agosto de 1975, ou seja 3 meses e 10 dias antes da independência da Republica Popular de Angola (país que ocupa-o ilegalmente até hoje) ocorrida na dor aos 11 de Novembro de 1975, sem mesmo que Antigo colono possa ter escrito no livro de ouro o reconhecimento deste país à soberania como aquilo foram para outros países africanos liberados da escravatura. Com efeito sobre a alta da tribuna do XII° cimeira dos chefes de estados e de governos, o Presidente Cabindês Luís de Gonzaga Ranque Franque contra todos os ventos e marés do Sabotagem do eixo vermelho dos comunistas Conduzido pelo descarado e impudente Presidente congolês Marien Ngouabi e Companhias, proclamou em alta voz a independência total de Cabinda.
E aquilo apesar da presença de um grande número de dirigentes Marxistas-leninistas à esta cimeira e o grande Sabotagem iminente desta independência pelos comunistas africanos geralmente à cabeça dos estados ultimamente independentes com a ajuda de Moscovo e da Cuba, 5 grandes estados soberanos reconheceram unanimemente o direito à autodeterminação do Povo de Cabinda e à sua aspiração ao reconhecimento internacional.
É assim que os países seguintes:
O Togo, o Gabão, a República Centro Africana, a Republica do Uganda e a R.D.Congo (exZaire).
Reconheceram o seu homólogo; a República de Cabinda!
E 35 anos mais tarde, unidos os naturais de Cabinda agradece-o todos infinitamente.
Porque precisamente é sobre esta base legítima que todos os que se reconhecem nesta entidade, e reclamam-se como Cabinda, igualmente os do território nacional ocupado ilegalmente pela Angola que os da diáspora dispersados pela força das coisas através dos países do mundo, extraem a Força do seu combate e o direito de gritar ou fazer partido de um Governo (provisório) no exílio, fora do território anexado pela força ocupante.
Então nenhum ser humano que goza de todas as faculdades mentais e além disso um Cabinda de pai, mãe ou de nascimento nesta terra da África central, verdadeira pérola do oceano Atlântico não pode falar de dissolver um Governo Cabindês ou de revogar quem fosse.
Se não ser um fantoche ao saldo das forças escuras que teleguiam o seu psíquico!
O termo de Governo Cabindês (no exílio ou Provisório) sempre incomodou as autoridades marxistas-leninistas angolanas do MPLA, no seu diabólico maquinaria plano político de exterminação, da ocupação final, e genocídio de depuração étnico do Povo de Cabinda!
Os Cabindas falarão sempre do seu país, da sua identidade cultural do homem Bantú, incluindo a bela língua o IBINDA (caracteriza a especificidade linguística deste Povo do qual quer-se privar o direito da terra), veicula o pensamento dos antepassados “dos Bakulu” que é totalmente diferente dos pensamentos negativos dos bárbaros Boxímanes, Kwachas etc. vindos das matas austrais para sujeitar-nos na África Central e terra KONGO dia Ngunga!
Tal a expressão de Frantz Fanon, estes esclavagistas Angolanos (dado que é necessário bem nomeá-lo) serão os DANADOS DA TERRA Cabindesa! E espirituosas entidades “LI Kumbi Li PANO”, “Ngoma Lugundu - Tambor que brame” far-o-á ver de todas as cores: Azul; Amarelo e Vermelho, e os invasores serão perdidos num verdadeiro cu de saco verde (Maiombe) e não regressarão na terra de Angola onde são originários, mas antes da sua morte aperceberão como um miragem uma estrela branca com 5 ramos que simbolize as 5 regiões militares de Cabinda que flutua (Rà) bem ilustrados sobre a bandeira de Cabinda com as cores conhecidas actuais quem será brandido pelos Guerrilheiros (Vencer, Sametonne, Mvumbi Monyo, Bikula, Durango etc.) quem vão fazer-lhes ver de todas as cores antes da sua partida para sempre no Satanás em inferno!
E para concluir, sempre sobre uma citação de Frantz Fanon, retomados frequentemente nas alocuções do Falecido Presidente Marechal Mobutu: Se a Cartografia da África à forma de um revólver, cujo gatilho encontra-se não no Congo/Zaire que é totalmente falso, mas antes o verdadeiro gatilho encontra-se à Yema no território do protectorado português de Cabinda!
Dizemos, A luta contínua e que vive o povo de Cabinda!
Rodrigues MINGAS
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13.07.2010 15h48'
Cabindas Acreditam no Pai Natal e por isso Esperam que Cavaco Silva fale da Situação!
A visita de Estado que o Presidente português, Cavaco Silva, efectua a Angola deve ser aproveitada para suscitar a questão de Cabinda, defenderam à Lusa Representantes das facções da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC/FAC).
Bem podem esperar sentados. Para Cavaco Silva, Angola vai de Cabinda ao Cunene e a história de Portugal – só no que lhe interessa – começou a ser escrita apenas no dia 25 de Abril de 1974. Por isso, todos os tratados anteriores, incluindo o de Simulambuco, deixaram de existir.
Por muito que queiram os novos protagonistas do reino luso, chamem-se eles Cavaco Silva ou José Sócrates, a História de Portugal (bem como o próprio país) não começa em 1974. E no que às ex-colónias de África respeita, começou antes dos Acordos do Alvor. Antes com honra, depois com uma aviltante subserviência perante os novos donos desses países.
No caso de Cabinda, Portugal honrou desde 1885 e até 1974, o compromisso que incluiu constitucionalmente Cabinda na Nação portuguesa de forma autónoma. Depois disso e até agora, rendido à cobardia nacional, varreu a honra e a dignidade para debaixo do tapete, seguindo as instruções dos novos e ignorantes donos do país.
Assim, no artigo da Constituição referente à Nação Portuguesa sempre constava que o território de Portugal era, na África Ocidental, constituído pelo Arquipélago de Cabo Verde, Arquipélago de S. Tomé e Príncipe, Forte de S. João Baptista de Ajuda, Guiné, Cabinda e Angola.
Ao contrário do que têm dito os donos da verdade portuguesa, entre eles Cavaco Silva, quase todos paridos a partir de 1974 nas latrinas da ignorância e da ignominia, estava bem expresso (mesmo para os que para contarem até 12 têm de se descalçar) que Cabinda e Angola eram situações diferentes.
Pouco antes de 1974, a Lei Orgânica do Ultramar (1972) dizia de forma clara que os territórios ultramarinos se compunham das províncias com a extensão e limites que constarem da lei e dos tratados ou convenções internacionais aplicáveis.
Várias gerações de estudantes portugueses anteriores a 1974, como foi o caso do próprio Aníbal Cavaco Silva, leram que existia uma completa separação jurídica e administrativa que a Constituição indicava para o território de Cabinda.
Se o presidente da República de Portugal não renegar o passado (o que não é uma certeza) poderá, incluive, consultar os livros escolares dessa altura e ver que a verdade não é apenas o que meia dúzia de polutos cidadãos desejam.
Creio que ao nível dos principais políticos portugueses ainda haverá no activo quem se recorde que, a nível alfandegário – por exemplo - Cabinda e Angola funcionavam também como territórios distintos.
Também haverá quem tenha tesmunhado, in loco, que no aniversário da assinatura do Tratado de Simulambuco havia cerimónias específicas.
Em 1955, apenas para facilitar a administração do Enclave e alguma economia de meios, Cabinda foi considerada como um distrito de Angola. Apenas por isso já que em termos constitucionais tudo continuava na mesma.
Assim, fazendo fé de que a História de Portugal não começou só a ser escrita a partir de 1974, a situação de Cabinda relativamente a Angola era, em 1974, idêntica à dos protectorados belgas do Ruanda e do Burundi em relação ao Congo Belga.
Isto significa que se tornaram independentes, separados do Congo ex-belga, depois de, em 1960, a grande colónia belga se ter tornado independente.
Reconheço, contudo, que a visita do presidente do reino lusitano ao seu homólogo angolano, que por mero acaso só está no cargo há 31 anos, não poderia surgir em melhor altura.
Basta a Cavaco Silva, como mais alto representante das ocidentais praias lusitanas, estender a mão que José Eduardo dos Santos corresponderá com todo o altruísmo que lhe é peculiar.
Sobretudo do ponto de vista económico, Angola está motivada e com capacidade para comprar tudo e mais alguma coisa. E se Portugal está à venda, a altura é boa para se fazer um bom negócio.
Não faltam exemplos (banca, quintas, comunicação social, empresas) mas, é claro, os angolanos querem e podem comprar muito mais. E se Portugal precisa... junte-se o útil ao agradável.
Aliás, dada a grande amizade entre o líder angolano e os dois mais altos dignitários portugueses (Cavaco Silva e José Sócrates), creio que seria exequível propor a José Eduardo dos Santos a compra do próprio país, por atacado.
Eu sei que a maioria dos angolanos continua a passar fome, mas se José Eduardo dos Santos está mais preocupado em comprar, ou colonizar, Portugal do que em dar de comer ao povo, quem sou eu para contestar?
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Version Française Juliette Andrade Txiculu
Les Cabindais Croient au Père Noël, si bien qu'ils Espèrent que Le Président Portugais Cavaco Silva parle de la Situation du Cabinda durant sa Visite en Angola!
La visite d'État que le Président portugais, Cavaco Silva, effectue en Angola doit être utilisée pour susciter la question du Cabinda, ont défendu cette thèse à l’agence Lusa , les représentants des factions du Front de Libération de l'État de Cabinda (FLEC/FAC).
Eh bien Ils peuvent attendre assis longtemps . Pour Cavaco Silva, l’Angola va de Cabinda à Cunene et l'histoire du Portugal - seulement dans ce qui lui intéresse - a commencé à être écrit seulement le 25 avril 1974. Donc, tous les traités précédents, en incluant celui de Simulambuco, ont cessé exister.
Pour ceux qui veulent que les nouveaux protagonistes du royaume lusophone, ils s'appellent eux Cavaco Silva ou José Sócrates, l'Histoire du Portugal (ainsi que le pays lui-même) ne commence pas en 1974. Et dans ce qu’était les ex-colonies d'Afrique, a commencé avant les Accords d'Alvor. Avant avec honneur, après avec avidité de servilité devant les nouveaux propriétaires de ces pays.
Dans le cas du Cabinda, le Portugal a honoré depuis 1885 et jusqu'en 1974, l'engagement qui a inclus constitutionnellement le Cabinda dans la Nation portugaise de forme indépendante. Après cela et jusqu'à présent, rendu à la couardise nationale, il a balayé l'honneur et la dignité pour en dessous du tapis, en suivant les instructions des nouveaux et ignorants propriétaires du pays.
Ainsi, dans l'article de la Constitution afférente à la Nation Portugaise il consistait toujours que le territoire du Portugal était, en Afrique Occidentale, constitué par l'Archipel de Cap-Vert, d'Archipel de S. Tomé et Príncipe, de Fort de S. João Baptista d'Ajuda, de Guinée, du Cabinda et de l'Angola.
Au contraire dont ont dit les propriétaires de la vérité portugaise, entre eux Cavaco Silva, presque tous donnés aveugles à partir de 1974 dans les latries de l'ignorance et de déshonorent, bien étaient exprimés (même pour ceux qui comptent jusqu'à 12 de se déchausser) que Cabinda et Angola étaient des cas de situations différentes.
Peu avant 1974, la Loi Organique de l'Outremer (1972) disait de forme claire que les territoires d'outre-mer se composaient des provinces avec l'extension et de limites qui consisteront de la loi et des traités ou des conventions internationales applicables.
Plusieurs générations d'étudiants portugais précédents à 1974, comme ça été le cas même d’Aníbal Cavaco Silva, qui ont lu qu’existaient une complète séparation juridique et administrative que la Constitution indiquait pour le territoire du Cabinda.
Si le président de la République du Portugal ne renie le passé (ce qui n'est pas une certitude) pourra, inclure, consulter les livres scolaires de cette hauteur et voir que la vérité n'est pas seulement ce qu’une demi douzaine de citoyens désirent.
Je crois qu'au niveau des principaux hommes politiques portugais encore s’il y aura dans l'actif qui se rappel i que, au niveau douanier - par exemple - Cabinda et Angola fonctionnaient aussi comme des territoires distincts.
Aussi il y aura qui est témoin, sur place, que dans l'anniversaire de la signature du Traité de Simulambuco il y avait des cérémonies spécifiques.
En 1955, seulement pour faciliter à l'administration du territoire du Cabinda et quelque moyens d’économie, Cabinda a été considéré comme un district d'Angola. Seulement donc depuis dans des termes constitutionnels tout continuait de même.
Ainsi, en faisant foi de l'Histoire du Portugal n'a pas commencé seulement à être écrit à partir de 1974, la situation du Cabinda à l'égard de l'Angola était, en1974, identiques à des protectorats belges du Rwanda et du Burundi concernant le Congo Belge.
Ceci signifie qu’ils sont devenus des états indépendants, distincte du Congo ex-belge, après, en 1960, la grande colonie belge est devenu indépendant.
reconnaissant, néanmoins, que la visite du président du royaume lusitanien à son homologue Angolais, qui pour simple peut-être seulement est au pouvoir il y a 31 ans, ne pourrait pas apparaître à meilleure occasion.
Suffit à Cavaco Silva, comme plus haut représentant des occidentales plages lusitaniennes, élargir la main que José Eduardo dos Santos correspondra avec tout l'altruisme qui il est particulier.
Surtout du point de vue économique, l’Angola est motivée et avec capacité pour acheter tout et plus quelque chose. Et si le Portugal est en vente, l’occasion est bonne et à la hauteur pour se faire une bonne affaire.
Ils ne manquent pas d'exemples (banques, communication sociale, sociétés) mais, c’est clair, les Angolais veulent et peuvent acheter davantage. Et si le Portugal précis…se joigne l'utile à l'agréable.
D'ailleurs, une grande amitié est donnée et existante entre le chef angolais et les deux plus hauts dignitaires portugais (Cavaco Silva et José Sócrates), je crois que il serait faisable de proposer José Eduardo dos Santos l'achat du pays lui-même, en gros.
Je sais que à la majorité des Angolais continue à passer la journée de faim, mais si José Eduardo dos Santos est plus préoccupé à acheter, ou coloniser, le Portugal que de donner à manger au peuple, qui suis-je pour contester ?
Publié par Orlando Castro/Alto Hama
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10.07.2010 02h48'